JORNAL SEM LIMITES DE PÁDUA_RJ: FLAMENGO GOLEIA O SAN LORENZO POR 4 x 0

quinta-feira, 9 de março de 2017

FLAMENGO GOLEIA O SAN LORENZO POR 4 x 0

No reencontro da torcida rubro-negra com o Maracanã, Diego honra camisa 10, marca de falta, dá passe para Trauco e participa de gol de Romulo. Gabriel fecha o placar com golaço


RESUMÃO

  • O Flamengo preparou o palco. A torcida encheu as arquibancadas no reencontro com o Maracanã, com direito a mosaico e maior público do ano no Brasil. E em campo, o time correspondeu à festa ao vencer o San Lorenzo por 4 a 0 na estreia da Libertadores 2017. Os gols saíram todos no 2º tempo. Honrando a camisa 10 de Zico, Diego abriu o placar em bela cobrança de falta aos 3 minutos. Aos 16, deu passe para Trauco aumentar, em chute de fora da área. Romulo ampliou de cabeça aos 25. Os Rubro-Negros não tiveram tempo para lamentar o pênalti perdido por Guerrero aos 40 porque três minutos depois, Gabriel deu números finais ao placar com um golaço no ângulo.
DESTAQUEPANORAMA
Com a vitória, o Flamengo assumiu a liderança isolada do Grupo 4 da Libertadores com 3 pontos. Atlético-PR e Universidad Católica estão empatados na segunda colocação com 1 ponto, e o San Lorenzo aparece em último, zerado. O Rubro-Negro volta a jogar pela competição internacional na próxima quarta-feira (15/03) contra o Universidad Católica, no Chile.

PÚBLICO E RENDA
Presente: 69.089
Pagante: 54.052
Renda: R$ 3.688.482,50

1º TEMPO
Foi um primeiro tempo truncado, com poucas chances de gol. A primeira foi do Flamengo, aos 13. Willian Arão deixou Everton na cara do gol. O atacante teve calma para tirar do goleiro, mas caprichou tanto que acertou a trave. O San Lorenzo respondeu em seguida. Em jogada ensaiada em cobrança de escanteio, Montoya cabeceou com perigo para fora. Aos 30, Mancuello, que batera a cabeça minutos antes, deixou o campo para a entrada de Berrío. O colombiano deu mais velocidade ao ataque do Fla com avanços pela direita. Aos 43, Guerrero teve outra oportunidade, mas chutou mascado.

2º TEMPO
Logo no início do 2º tempo, o Fla partiu para o abafa e Everton foi puxado pouco antes da linha da grande área. Na cobrança da falta, Diego colocou por cima da barreira com categoria e o goleiro, mal posicionado, não alcançou a bola. Era o primeiro gol Rubro-Negro na Libertadores 2017. O gol deu confiança para o time carioca. Aos 16, Diego tocou para Trauco que girou com liberdade na frente da área e acertou forte chute, sem chances para o goleiro Torrico. Aos 25, Diego cobrou escanteio, Berrío desviou e Romulo completou de cabeça para as redes. O San Lorenzo só ameaçou aos 34, com Coloccini de cabeça. Aos 40, Gabriel invadiu a área e foi derrubado. Guerrero, porém, bateu fraco o pênalti, e Torrico segurou. Ainda houve tempo para Gabriel marcar um lindo gol, em chute colocado no ângulo.

CAMISA 10 DA GÁVEA
A camisa 10 caiu bem em Diego. Após um 1º tempo discreto, o meia, que disputa as demais competições com a 35, honrou o maior jogador da história do Flamengo e fez a diferença na noite desta quarta-feira. Sob olhares de Zico, Diego abriu o placar em cobrança de falta com categoria, deu passe para Trauco marcar o segundo e ainda bateu o escanteio que resultou no terceiro gol, de Romulo.

APREEENSÃO
Federico Mancuello causou apreensão após uma dividida aérea no 1º tempo. Aos 18 minutos de partida, o meia-atacante levou a pior em um choque cabeça com cabeça com o volante Ruben Botta e apagou logo após cair no chão. O argentino recobrou a consciência na sequência, tentou voltar ao jogo, mas acabou substituído 13 minutos depois por precaução. Segundo o Fla, o jogador está consciente e passa bem. Ironicamente, Mancu deu lugar a Berrío, que deu mais velocidade ao ataque do Fla.

MOSAICO E RECORDE DE PÚBLICO


A torcida do Flamengo compareceu em peso ao Maracanã, 69.089 presentes, maior público do ano, e preparou um mosaico para celebrar a estreia do time na Libertadores. Assim que o time rubro-negro entrou em campo, os torcedores formaram, com quase 70 mil peças a frase "Isso aqui é Flamengo". O mosaico também trazia escrito "1981", ano dos títulos da Libertadores e do Mundial, e "2017", em um estímulo para a campanha desta temporada. Algumas peças voaram com o vento antes do jogo, mas não atrapalharam o desenho final.

ge.com / Colaboração: João Dias

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