
Desencadeada pelo 36º Batalhão de Polícia Militar (36º BPM), uma estratégica operação com blitzes noturnas fecha o cerco a motociclistas que descumprem a Lei do Silêncio em áreas de atuação da instituição no Noroeste do Estado do Rio de Janeiro. O foco principal está nos municípios de Cambuci e de Santo Antônio de Pádua.
As ações foram intensificadas com o objetivo de sufocar irregularidades viárias, combatendo diretamente o roubo de veículos, fraudes veiculares e o crônico problema da poluição sonora que afeta o cotidiano da população. O planejamento estratégico adotado pelo comando do 36º BPM tem como base a inteligência de dados.
A partir de denúncias registradas por moradores e de relatórios que apontam os locais com maior incidência de direção perigosa e perturbação do sossego, as equipes mapearam os principais polos de conflito. As investidas são articuladas em pontos estratégicos e rotas de fuga durante os períodos da tarde e da noite.
Os alvos principais são condutores de motocicletas modificadas, veículos sem condições de circulação legal, motoristas sem habilitação e veículos com adulterações de sinais identificadores, como placas fora do padrão ou chassis raspados. Os proprietários dos veículos apreendidos são multados e intimados a realizar a regularização.
Não há ainda um balanço fechado das ações. No entanto, segundo a polícia, nos casos em que são constatados indícios de adulteração mecânica ou de identificação (como motores adulterados ou veículos clonados), os condutores estão sendo encaminhados diretamente às delegacias da Polícia Civil para a abertura de inquéritos penais.
Clamores comunitários
De acordo com a PM, o cronograma de blitzes surpresas será mantido de forma rotativa pelos próximos meses em toda a região. A motivação maior da iniciativa é o clamor de moradores dos dois municípios contra o transtorno sonoro provocado pelos chamados "canos abertos".
O excesso de ruído gerado por motocicletas com escapamentos propositalmente adulterados vinha sendo classificado pelos moradores de Pádua e Cambuci como uma situação insustentável. O barulho afeta diretamente o sono e o descanso de trabalhadores, idosos e enfermos, ferindo severamente a Lei do Silêncio e a ordem urbana.
Estão envolvidos na operação o 36º BPM, com equipes coordenando os pontos de bloqueio e realizando as abordagens técnicas, e a Polícia Civil, por meio da 136ª DP (Pádua) e da 142ª DP (Cambuci), que formalizam as apreensões criminais, os flagrantes de adulteração e dão andamento aos procedimentos legais.
As ações foram intensificadas com o objetivo de sufocar irregularidades viárias, combatendo diretamente o roubo de veículos, fraudes veiculares e o crônico problema da poluição sonora que afeta o cotidiano da população. O planejamento estratégico adotado pelo comando do 36º BPM tem como base a inteligência de dados.
A partir de denúncias registradas por moradores e de relatórios que apontam os locais com maior incidência de direção perigosa e perturbação do sossego, as equipes mapearam os principais polos de conflito. As investidas são articuladas em pontos estratégicos e rotas de fuga durante os períodos da tarde e da noite.
Os alvos principais são condutores de motocicletas modificadas, veículos sem condições de circulação legal, motoristas sem habilitação e veículos com adulterações de sinais identificadores, como placas fora do padrão ou chassis raspados. Os proprietários dos veículos apreendidos são multados e intimados a realizar a regularização.
Não há ainda um balanço fechado das ações. No entanto, segundo a polícia, nos casos em que são constatados indícios de adulteração mecânica ou de identificação (como motores adulterados ou veículos clonados), os condutores estão sendo encaminhados diretamente às delegacias da Polícia Civil para a abertura de inquéritos penais.
Clamores comunitários
De acordo com a PM, o cronograma de blitzes surpresas será mantido de forma rotativa pelos próximos meses em toda a região. A motivação maior da iniciativa é o clamor de moradores dos dois municípios contra o transtorno sonoro provocado pelos chamados "canos abertos".
O excesso de ruído gerado por motocicletas com escapamentos propositalmente adulterados vinha sendo classificado pelos moradores de Pádua e Cambuci como uma situação insustentável. O barulho afeta diretamente o sono e o descanso de trabalhadores, idosos e enfermos, ferindo severamente a Lei do Silêncio e a ordem urbana.
Estão envolvidos na operação o 36º BPM, com equipes coordenando os pontos de bloqueio e realizando as abordagens técnicas, e a Polícia Civil, por meio da 136ª DP (Pádua) e da 142ª DP (Cambuci), que formalizam as apreensões criminais, os flagrantes de adulteração e dão andamento aos procedimentos legais.





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