JORNAL SEM LIMITES DE PÁDUA_RJ

terça-feira, 30 de agosto de 2016

FIRJAN solicita à CNI ação no STF contra lei estadual que reduz incentivos



Rio, 30 de agosto de 2016

O Sistema FIRJAN solicitou à Confederação Nacional da Indústria que ingresse, no Supremo Tribunal Federal, com Ação Direta de Inconstitucionalidade (ADIN) contra a Lei Estadual 7.428. Sancionada no último dia 25 pelo governador em exercício, Francisco Dornelles, a lei determina o recolhimento de 10% dos incentivos fiscais em um Fundo Estadual de Equilíbrio Fiscal (FEEF).  Para a Federação das Indústrias, a medida é inconstitucional e causará prejuízos para a competitividade fluminense. Por ser uma entidade de âmbito nacional, apenas a CNI pode levar a questão ao STF.

Para a FIRJAN, a contribuição de 10% ao Fundo representa um novo tributo estadual, sem respaldo no artigo 155 da Constituição.  A Federação cita o mesmo artigo para defender a impossibilidade de uma lei estadual ser fundamentada em um convênio do Conselho Nacional de Política Fazendária (Confaz), como ocorreu com a lei 7.428. A FIRJAN também destaca que o artigo 167 da Constituição veda a vinculação da receita de imposto a fundo. E ao atingir incentivos em vigor a Lei também estaria contrariando a Constituição.

Ao atingir não só os incentivos a serem concedidos, mas também aqueles que estão em vigor, o Sistema FIRJAN alerta que a nova lei gera um grave clima de insegurança jurídica para as indústrias que investem no Estado. Também desestimula não só os investimentos já previstos, de mais de R$ 42 bilhões, como também a vinda de novos empreendimentos. Entre 2008 e 2014 a política estadual de incentivos fiscais atraiu mais de 200 indústrias para o território fluminense, gerando quase 100 mil novos empregos e mais que dobrando a arrecadação de ICMS, conquistas que ficam em risco com a Lei 7.428.

A FIRJAN também ressalta que o Rio de Janeiro é o único estado da região Sul e Sudeste a criar fundo nestes moldes, o que aprofundará o diferencial competitivo do estado, e certamente o prejudicará na disputa por novos investimentos.

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Mais informações 
Sistema Firjan – Assessoria de Imprensa
(21) 2563-2584

Dia de campo reuniu cafeicultores do Noroeste Fluminense



Pesquisa sobre espaçamento mostra que o adensamento aumenta a produtividade do cafezal













Cerca de 350 cafeicultores participaram, na última quinta, 25/08, de um Dia de Campo sobre Cafeicultura de Qualidade, realizado na Fazenda Candelária, em Bom Jesus do Itabapoana, propriedade de José Ferreira Pinto.  A capacitação foi realizada pela Coopercanol – Cooperativa de Café do Norte Fluminense, Ministério da Agricultura, Governo do Estado (através da Emater-Rio), Prefeitura de Varre-Sai e Sebrae/RJ, instituições que trabalham em parceria para o fortalecimento da cafeicultura no Noroeste Fluminense.
José Ferreira Pinto, anfitrião e presidente da Coopercanol, esclareceu que o principal objetivo foi mostrar o resultado da pesquisa sobre o espaçamento ideal nas plantações de café em regiões montanhosas, desenvolvida pela Pesagro-Rio, em parceria com o cafeicultor. Ao longo de 13 anos, o pesquisador Wander Eustáquio Andrade analisou os dados das colheitas de cafezais com diferentes espaçamentos, plantados na Fazenda Candelária. A pesquisa provou que o espaçamento de 2 m por 0,5 m (2 metros entre ruas e 50 centímetros entre pés de café) é o que garante maior produtividade na cafeicultura de montanha.
“Para mim é uma satisfação mostrar o que tem sido feito de bom, e essa pesquisa comprovou o que já vem sendo recomendado pelos especialistas, que são 10 mil pés de café por hectare, utilizando o espaçamento de 2 por 0,5. Mas muitos produtores ainda tinham dúvidas sobre a eficácia do adensamento do cafezal, e é por isso que nós precisamos desses encontros, porque é neste momento que trocamos experiências e conhecemos as tecnologias e as novidades em equipamentos e manejo da lavoura” – diz Ferreira. 
O resultado da pesquisa foi apresentado na palestra sobre “Como aumentar a produtividade do café arábica através do espaçamento” pelo coordenador Wander Eustáquio. Além da palestra, os participantes foram divididos em grupos e percorreram seis estações práticas: Fertilização do café; Programa nutricional; Tecnologia Mais Café; Manejo de Pragas e Doenças na Lavoura; Manejo de Pragas e Doenças no Terreiro; e Fertirrigação. Técnicos e agricultores também puderam trocar experiências e visitar estandes de empresas do setor agrícola, conhecendo as novidade em produtos e maquinários para a atividade.
O cafeicultor Márcio Vargas ressalta a importância dos dias de campo. “É a nossa oportunidade de confraternização após a colheita, e também do conhecimento de novas tecnologias e novas técnicas de manejo para que nós possamos cuidar bem das nossas plantações de café neste novo ciclo que começa. Estamos iniciando os tratos culturais para a colheita de 2017, e esta capacitação nos dá subsídios para trabalhar com foco na redução dos custos de produção e no aumento da qualidade e da produção do café.

Cafés especiais no Noroeste
Durante dois anos – 2014 e 2015 – o Sebrae/RJ desenvolveu o Projeto de Melhoria da Qualidade do Café no Noroeste Fluminense, através de convênio com a Universidade de Lavras, com apoio da Coopercanol,  Prefeitura de Varre-Sai, Governo do Estado, Ministério da Agricultura, Senar e Faerj. Os técnicos trabalharam na implantação de um programa de gestão com foco no controle de qualidade e melhoria dos processos de pós colheita.  Os resultados foram surpreendentes, com expressiva redução da porcentagem de cafés com defeito na bebida. A produção de café especial saltou de 10% para 33%;  enquanto a de café riado (baixa qualidade) baixou de 53% para 24% e a de bebida dura (sem defeitos no sabor) subiu de 37% para 43%. O impacto financeiro também foi alto: aumento de 1,3 milhão de reais nestes dois anos, se comparado com o valor da saca de café antes da realização do projeto. 
Quatro municípios do Noroeste Fluminense são produtores de café: Varre-Sai, Porciúncula, Natividade e Bom Jesus do Itabapoana, que respondem por 71% da produção de café do Estado do Rio de Janeiro, com predominância de pequenas propriedades e agricultura familiar, com 1203 cafeicultores.  O café produzido na região é o arábica e devido à topografia (relevo acidentado e altitude que varia entre 600 e 1000 m), a atividade demanda muita mão de obra, gerando trabalho e renda para os habitantes, mesmo com o advento das máquinas portáteis.


Kellen Leal - Print Rio
Assessoria de Comunicação Sebrae/RJ
(21) 3212-1000   (21) 98498-1842

NOTA DE FALECIMENTO!Seminarista Tiago Antunes Souza

Seminarista Tiago Antunes Souza, membro da Canção Nova, faleceu hoje em acidente 











Comunidade Canção Nova
Canção Nova lamenta morte do seminarista Tiago Antunes Souza


Com dor e pesar, comunicamos o falecimento do seminarista Tiago Antunes Souza, membro da Canção Nova, da Frente de Missão em Cachoeira Paulista (SP).
O seminarista Tiago Antunes era um dos envolvidos no acidente que ocorreu na manhã desta terça-feira, 30, na RJ-186, entre os distritos de Boa Nova e São Pedro, em Santo Antônio de Pádua (RJ), quando o veículo que transportava alguns seminaristas e padres da Comunidade Canção Nova tombou. Os membros da Comunidade se dirigiam para a Primeira Missa que seria presidida pelo neo-sacerdote Pe. Edison de Oliveira – ordenado no último Domingo, 28, na Canção Nova – que aconteceria hoje, 30, em Campos dos Goytacazes (RJ).
A kombi tombou ao fazer uma curva fechada conhecida como “Curva da Roda D’Água”. Foram socorridos e levados para o hospital Helio Montezano de Oliveira, em Santo Antônio de Pádua (RJ) também os seminaristas Sidney Dias, Felipe Pavão, Willian Guimarães, Ricardo Cordeiro e Thiago Antunes e Padre Sóstenes Vieira, membros da Comunidade Canção Nova, além do Pe. Carlos César de Sousa, membro do Instituto Religioso Nova Jerusalém (que neste ano de 2016 faz uma experiência na Canção Nova).
Tiago Antunes, 27 anos, nasceu em Lins (SP) e entrou para a Comunidade Canção Nova em 27/01/2014. O seminarista cursava seu primeiro ano de Filosofia na Faculdade Canção Nova em Cachoeira Paulista (SP) e sua família reside, atualmente, em Bataguassu (MS).
A Comunidade Canção Nova se une à família do Tiago Antunes e pede que todos rezem por este momento de dor e perda.
Certos da ressurreição em Cristo, o Senhor.
Deus nos abençoe.


segunda-feira, 29 de agosto de 2016

Secretário quer pagar servidor estadual até 3º dia útil, mas admite falta de recursos. Situação vai piorar em novembro



Um mês após assumir a Secretaria estadual de Fazenda, o contador Gustavo Barbosa se acomodou na cadeira da sala de reuniões para anunciar que cumprirá a decisão do Supremo Tribunal Federal (STF) — concedida por meio de uma liminar proferida pelo presidente da Corte, Ricardo Lewandowski — de que o pagamento dos salários dos servidores estaduais seja feito até o 3º dia útil do mês seguinte ao trabalhado (em vez do 10º). 

Mas revelou desconforto ao admitir que, hoje, ainda não há dinheiro em caixa para isso. Barbosa confirmou que o socorro federal de R$ 2,9 bilhões — dinheiro liberado para a Olimpíada — vai durar apenas quatro meses, ou seja, até a folha de outubro, paga em novembro. Depois disso, ele diz não saber como ficarão os pagamentos do funcionalismo. Para ele, é necessário aumentar a idade mínima de aposentadoria, já que a maioria dos servidores pertence à classe média, que tende a viver mais.



Qual é a real situação das contas do estado?


Com a minha chegada, infelizmente, não veio mais dinheiro. Temos acumulado perdas de arrecadação desde 2015. A receita vem declinando, apesar do aumento das alíquotas de imposto aprovadas na Alerj (Assembleia Legislativa).


É possível estimar?


Infelizmente, no mês de julho, houve uma frustração de receita de 10%, de pouco mais de R$ 300 milhões. Se, por um lado, você tem uma receita que declina, por outro a despesa é quase incomprimível. Obviamente, aqueles R$ 2,9 bilhões (dinheiro da União para socorro às finanças do Estado do Rio) desoneraram a atividade da Segurança Pública (permitindo usar o dinheiro em caixa para outros fins).


Há dinheiro hoje em caixa para pagar os servidores?


Não. Todo dia pinga. Hoje, não temos dinheiro, mas a expectativa é que consigamos arrecadar o suficiente. Agora, se vamos parcelar (os salários) ou não... Não posso falar que sim nem que não.

O que o funcionalismo pode esperar até o fim do ano?

Há uma determinação do Supremo Tribunal Federal, e vamos sempre procurar respeitar o que este determina.


E a folha de agosto, que será paga agora em setembro?

Vamos buscar cumprir a determinação do ministro (Ricardo) Lewandowski.

E o 13º salário? O governo vai parcelar novamente o abono?
Não posso adiantar nada sobre isso, porque estamos buscando alternativas.

Como é a negociação para liberar recursos para as secretarias?
Todos falam que estou numa posição muito ruim. Eu acho que quem está numa posição ruim é o secretário de ponta. É o Luizinho (Luiz Antônio de Souza Teixeira Júnior, secretário de Saúde), o Beltrame (José Mariano Beltrame, secretário de Segurança Pública) e o Wagner Victer (secretário de Educação). Quem enfrenta um hospital é o Luizinho. O secretário Beltrame diz: “Poxa, você não pagou o salário do soldado”. Eu tenho que ouvi-lo, ainda que seja para falar que não temos dinheiro.

Há alternativas para elevar a arrecadação estadual?
A venda da folha de pagamento dos servidores (para um banco) está programada para o ano que vem. Este ano, já finalizamos o processo (ao estender o contrato firmado com o Bradesco, por R$ 250 milhões já pagos pela instituição financeira). Também há a venda de ativos imobiliários. O Estado colocou os ativos no Rioprevidência. Vendemos 23 imóveis, arrecadando quase R$ 20 milhões. São R$ 20 milhões a menos que se exigirá de caixa para pagar aposentadorias e pensões. Outra alternativa é a securitização da Dívida Ativa (venda dos débitos que o governo tem a receber por um valor mais baixo, para instituições interessadas em assumir a cobrança dos devedores).

Há data para que isso seja feito?
Dependemos do Congresso. Hoje, somente poderiam ser objeto de securitização dívidas que forem parceladas. E as não parceladas? Para um orçamento de R$ 50 bilhões, você tem um custeio de R$ 4,5 bilhões por ano. Estamos fazendo reduções. Quanto ao servidor ativo, ao inativo e ao pensionista, não se pode fazer nada. Os comissionados representam uma despesa de R$ 400 milhões por ano, de uma folha de R$ 41 bilhões, ou seja, equivalente a 1%. A outra despesa é a dívida do Estado do Rio com a União e com os outros credores, em torno de R$ 9,5 bilhões.


Sobre a venda da folha, qual é a expectativa de receita?
Eu prefiro não dar um valor. A portabilidade (possibilidade de o servidor transferir o salário de um banco para o outro) trouxe um redução de valor de ativo. Da primeira vez que se negociou a folha, a venda foi fechada pelo valor maior. A nova transação será feita no meio do ano que vem.


Há prioridades de pagamento?
Há para o servidor. Tentamos administrar os poucos recursos, dentro de pastas essenciais, que são as de Saúde e Segurança. O Fundeb (Fundo de Manutenção e Desenvolvimento da Educação Básica e de Valorização dos Profissionais da Educação) tem pago parte dos salários da Educação, mas o custeio é nosso. São áreas sensíveis, que recebem o maior volume de recursos. Pode parecer que não, mas o servidor público, desde o ano passado, tem sido priorizado. Temos fornecedores que estão sem receber há meses.


Quanto foi aplicado da ajuda federal de R$ 2,9 bilhões?
Tem uma destinação específica que é a Segurança, inclusive a folha (de policiais civis e militares, além de agentes penitenciários). Isso propiciou ter uma estabilidade para o pagamento dos (demais) servidores, porque estamos conseguindo liberar recursos.

Esse dinheiro dura até quando?
Podemos dizer que em torno de quatro meses, desde que chegou, em julho.

E depois desses quatro meses?
Buscamos trabalhar com a redução de despesas e o aumento de receitas. É difícil dizer, neste momento, como será atender à demanda do ministro do Supremo daqui a quatro meses.

Tivemos o episódio de o governo escolher quem pagaria primeiro, depositando os salários dos ativos e deixando de lado os inativos. O modelo vai se repetir?
Aquela decisão foi de governo. Não posso dizer se vai repetir. Houve muitas críticas da população. Quando se decide, não se tem o objetivo de fazer maldade. É a completa escassez de recursos. Eu sei que não foi algo que deixou todo mundo satisfeito. Vamos buscar ser o menos danoso para o servidor. Se erramos ou não, enfim, é difícil dizer agora.


E o parcelamento dos salários?
Não dá para falar que vai ou que não vai acontecer.

Há lista de credores a priorizar?
Não, o que se prioriza é a pasta. A pasta de origem é que determina a prioridade. Você tem R$ 100 e manda R$ 30 para a pasta. Ela vai ter capacidade de decidir como serão usados.


E a proposta de reforma da Previdência para o funcionalismo?
Sou favorável. O governo fez uma reestruturação em seu sistema com a auditoria de benefícios e a redução de mais de R$ 1 bilhão, nos últimos três anos. No Estado do Rio, a pessoa se aposenta, em média, aos 56 anos. O servidor é classe média. Essa classe média vai viver mais 25 anos com benefício previdenciário.


O que acha da idade de 65 anos?
Acho bastante razoável. O Brasil, hoje, para a classe média, tem uma perspectiva de vida muito parecida com as de países de primeiro mundo. Lá fora, a grande maioria já está em 65 anos, alguns em 67 anos.

E o duodécimo? Será reduzido?
Há uma redução de valor (repassado mensalmente) para cada Poder, porque é vinculado ao valor orçado para todo o Estado. Não é objetivo, mas consequência.

Qual é o valor?
Nós mandamos uma previsão de orçamento com déficit de R$ 17 bilhões. Não se resolve déficit de um ano para o outro.

A revisão dos royalties sai este ano ainda?
Isso está sendo discutido com a ANP (Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis).

De quanto?
Cerca de R$ 1 bilhão por ano.

Fonte: Jornal Extra




Eleição 2016: a baixaria começou nas redes sociais e Watzap!

As redes sociais é o campo fértil das baixezas políticas nestas campanhas políticas, assim como foram nas eleições passadas.

Mas não se esqueçam direito garantido,falou? Vai ter que ouvir!








Em 2014 o Facebook bombou, mas muitos daqueles que utilizaram o recurso da identidade fake dançaram, pois é possível o rastreamento da origem dos posts.Agora, o uso aplicativo Whatzap, com criptografia ponta a ponta, está sendo utilizada à vontade, não permite que se chegue aos autores de vídeos, falsas denúncias, factóides etc.Esse é o grande dragão da maldade nestas eleições.

Ontem mesmo um vídeo bem produzido começou a circular contra alguns candidatos e já rola no Facebook.
 O material é profissional e contêm abusos inomináveis as famílias, da vida passada dos candidatos, até casos amorosos com amantes são utilizados nestas eleições de 2016.

Pessoas que fazem isso têm a certeza da impunidade. Estão acima da justiça. Pelo visto, o esgoto não terá limites, de tantas baixarias. Caberá ao eleitor fazer a filtragem desse material, não compartilhando material produzido e averiguar o que é verdade, mentiras manipuladas, a qualidade do candidato cabe a você eleitor definir. 

Agora é difícil achar um santo nesse meio, são os sujos falando dos maus lavados. Os cabos eleitorais para garantir seu emprego, suas necessidades, até por simpatia, amizade, é que colocam a cara na reta. O tal do rabo preso está segurando muita gente, são os acordos políticos. Só não se esqueçam: Os políticos nunca perdem.
Brigam de fachada, sempre ganham, entre eles não existe a tal oposição.
 Esperem para ver em 2017,como foi na ultima eleição,se lembram? Os dos contra agora é tudo a favor, a oposição se juntou com quem brigou a vida toda, e por ai vai, acordos de fazer defunto levantar. São filhos contra até os próprios pais. Contrariando até os mandamentos de Deus que é: “Honrar Pai e Mãe.” ( Ex 20,12)Os filhos devem a seus pais respeito e essa eleição estamos vendo essa falta de respeito as leis de Deus.



Nesse aspecto, a justiça eleitoral e as instituições como OAB,podem perfeitamente solicitar à sociedade que não propaguem baixarias.O povo quer propostas,qualidades nas campanhas,porque até tudo o que falado através desses fakes,todo mundo sabe. Ninguém entrou nesta campanha apoiando um partido sem conhecer suas historias e lideranças políticas. Por isso foi criado a Ficha Limpa, se candidato for ficha suja e você votar nele, a escolha, decisão é sua, e a culpa também.



E o bicho ainda vai pegar, isso é só o começo, ainda vem chumbo grosso por ai........

Não compartilhem,não curtam. não fiquem batendo boca em redes sociais.





 È bom lembrar que a liberdade de expressão é um direito constitucional; porém, não podemos fazer uso dessa garantia para ferir direitos alheios. "Ao nos expressarmos, seja pessoalmente ou através da internet, somos responsáveis pelo que dizemos e devemos arcar com as conseqüências. Sendo assim, uma publicação falsa ou ofensiva na internet pode atingir terceiros, configurando crimes contra a honra (calúnia, difamação e injúria). Ao compartilhar uma informação falsa ou ofensiva, aquele que compartilha está aumentando a amplitude do fato, e, portanto, também contribui para a prática do crime em questão.

Entenderam o querem que eu soletre?



Márcia Mendes
Jornalista

Reg: 0033854-RJ

domingo, 28 de agosto de 2016

Moradores do 'Minha Casa Minha Vida' são expulsos por criminosos em Santo Antonio de Pádua - RJ


Parece uma cidade fantasma e o silencio impera no local  


Condomínios do programa são usados por traficantes de facção.
Moradores  do Bairro Cidade Nova sofrem com tiroteios constantes fogem,o medo impera no local.






Famílias carentes beneficiadas pelo programa Minha Casa Minha Vida estão sendo vítimas da violência do crime organizado em Santo Antonio de Pádua.  Hoje não têm onde morar,em suas casas  pois foram expulsas por traficantes. e são obrigadas a pagar aluguel ou morar com parentes.

Uma moradora que tem medo de represálias fala: 

"Acabou nossa paz,não temos segurança,saúde e educação,nossas crianças é obrigado a conviver acabam sendo contaminada por esses traficantes e pelo abandono do prefeito,ela não quer nem saber da gente,a promoção social nem aqui vem mais,colocaram um poste aqui semana passada,só por causa das eleições. E fico boba que tem pessoas que não enxergam isso e defendem o prefeito,esquecem que aqui tem trabalhadores,crianças que podem ser salvas. Posso fazer uma pergunta jornalista? Essas pessoas que não enxergam nossas necessidades,concordaria em passar uma semana aqui no morro e ver de perto o que sofremos? Sem policiamento nenhum,parece que os policias tem medo desses traficantes e ficamos aqui ao Deus dará. Eu vi esses meninos crescerem,são como meus filhos e agora não os reconheço . A sociedade jogou essas crianças a sua margem,excluiu,como estão fazendo agora com minhas crianças,será que vou ter que ver meu filho virar traficante? Agora nessas eleições espero que olhem para gente,fazem qualquer coisa,coloquem uma cabine da PM aqui em cima,eu não sei o que pode ser feito,mas precisa urgente,pois eu e minha família somos cidadão como todos vocês paduanos e merecemos segurança e dignidade para criar nossos filhos. Que melhorem a saúde mental criando mais vagas para internação de dependentes químicos,pois até a justiça trabalha contra os direitos desses jovens,pois as internações são demoradas e cheias de protocolos a espera da prefeitura,não entendo isso,para mim lei é lei,ordem é ordem,e porque não é respeitada? Só quero paz onde eu mora,há 4 anos que a Cidade Nova virou um inferno. Aqui parece mais uma cidade fantasma quase todo muito fugiu por medo,a noite aqui é um terror , não tem perigo eu falar não é? Você jura ,tenho muito medo de ser morta."

Esse é o desabafo de uma moradora desesperada e ao final da entrevista ela disse que ia embora também,pois no dia anterior teve muitos tiros disparados e o medo foi muito grande,pois isso ocorre quase todos os dias e nada é feito. No local já não tem moradores fugiram com medo o sonho se tornou pesadelo,lastimável,um lugar que tinha a potencia de ser um lindo ponto turístico,com uma linda paisagem. Um Cristo Redentor ali traria muitos visitantes e com certeza a circulação da famílias seria muito grande. 


 Algumas prisão são feitas, mais quanto a policia prende a justiça através das brechas da leis utilizadas por advogados  são liberados,muitas das vezes  o advogado chega na DP primeiro que a policia,já com o alvará de soltura em andamento. E cumpridas por delegados,juízes e promotores. Porque lei é lei,mesmo que seja a favor do crime deve ser respeitada........................


Esperamos que nossas autoridades olhem para essa comunidade e o maior reduto eleitoral do Município. Acorda políticos Pádua precisa de vocês!






























CAMINHADA E COMÍCIOS COM OS CANDIDATOS A VEREADORES E PREFEITO FLÁVIO DINIZ BERRIEL





CAMINHADA  PELO BAIRRO FERREIRA DA LUZ JUNTO COM OS CANDIDATOS FLÁVIO DINIZ BERRIEL O POPULAR DEZOITO ,RONINHO E CANDIDATOS A VEREADORES.E  A NOITE COMÍCIOS SEGUEM PELA CIDADE!





































































Fotos: Facebook Marcio Fonseca