JORNAL SEM LIMITES DE PÁDUA_RJ

sexta-feira, 4 de novembro de 2016

Resumo da primeira visita técnica em Porciúncula






Nos dias 20 e 21 de setembro, técnicos da Associação Pró-Gestão das Águas da Bacia Hidrográfica do Rio Paraíba do Sul (AGEVAP), visitaram o município de Porciúncula. A proposta é que a AGEVAP, através do programa Escola de Projetos, elabore o Projeto Básico e Executivo do Sistema de Esgotamento Sanitário da zona urbana de Porciúncula.
Neste primeiro contato foi possível obter um panorama da atual situação do sistema de esgotamento sanitário através da coleta de dados detalhados diretamente no município, permitindo a identificação de características físicas, ambientais e sociais. As informações foram obtidas com a Prefeitura Municipal, através do Secretário Municipal de Meio Ambiente Welington Borchio que fez acompanhamento em loco e relevantes informações da Secretária de Obras.
Visando maior efetividade no cumprimento de suas funções, foi criado em Julho de 2016, a Escola de Projetos da AGEVAP constituindo-se como programa estratégico para a capacitação multidisciplinar de mão-de-obra especializada para atendimento da demanda dos 184 (cento e oitenta e quatro) municípios que integram o Comitê de Integração da Bacia Hidrográfica do Rio Paraíba do Sul – CEIVAP, por bons planos e projetos capazes de otimizar os investimentos de recursos públicos.
O Programa  Escola de Projetos atua em outros Programas Previstos no Plano de Recursos Hídricos da Bacia Hidrográfica do Rio Paraíba do Sul, como os programas de Redução de Cargas Poluidoras; Drenagem Urbana e Controle de Cheias e de Proteção de Mananciais e Sustentabilidade do Uso do Solo.










Welington Borchio
Secretário de Meio Ambiente de Porciúncula


Programa Estadual de Transplantes



























O Programa Estadual de Transplantes (PET) foi lançado em abril de 2010 e é responsável pela aplicação do novo Regulamento Técnico elaborado pelo Ministério da Saúde, através do Sistema Nacional de Transplantes (SNT) no Estado do Rio de Janeiro.
Criado com o objetivo de aumentar o número de transplantes de órgãos e tecidos no Estado do Rio de Janeiro, o programa investiu na implantação de quatro Coordenações Intra-Hospitalares de Doação de Órgãos e Tecidos para Transplantes (Hospital Estadual Getúlio Vargas, Hospital Estadual Adão Pereira Nunes, Hospital Estadual Azevedo Lima e Hospital Estadual Alberto Torres). Esta iniciativa proporcionou um contato direto entre os médicos que cuidam de possíveis doadores e os familiares destes pacientes.
A partir da criação do programa, o número de hospitais credenciados ao Sistema Único de Saúde (SUS) para realizar transplantes de fígado, rins, coração, pâncreas e córneas também aumentou. E um banco de olhos foi inaugurado em Volta Redonda.
Além disso, o PET otimizou a comunicação com a população – através do Disque-Transplante (155), do site do programa e de cartilhas distribuídas em hospitais estaduais.
O trabalho de capacitação foi constante, e se deu a partir da organização de cursos, entre eles, o curso espanhol Transplant Procurement Management (TPM), um dos mais conceituados do mundo. Este trabalho transformou o Estado do Rio em uma das referências nacionais em capacitação na área de transplante.
Assim, desde a criação do programa o estado triplicou o número de doadores por milhão de pessoas (pmp). Em 2012 foi atingida a média de 14 doadores pmp, superando a média brasileira, que é de 11 doadores pmp. A taxa de efetividade (relação entre o número de órgãos doados e os que têm condições técnicas de serem transplantados) também subiu, passando de 15%, em 2010, para 24%.

CENTRAL DE TRANSPLANTES
A Central Estadual de Transplantes é a estrutura física onde são executadas as ações relativas ao Programa Estadual de Transplantes. A Central fiscaliza e atua em todo o processo de doação e transplantes de órgãos.
Além de receber as notificações de morte encefálica de todo o Estado do Rio de Janeiro e organizar a cadeia de procedimentos até a doação efetiva de um órgão, a Central Estadual de Transplantes fiscaliza e coordena as inscrições de receptores, órgãos e hospitais transplantadores, que são inseridos em um software do Ministério da Saúde. Havendo uma doação efetiva, a Central faz a distribuição dos órgãos de acordo com os critérios estabelecidos pelo Sistema Nacional de Transplantes.

Central Estadual de Transplantes do Rio de Janeiro
Rua Elpídio BoaMorte, s/nº
Bairro: Praça da Bandeira - CEP 20207-170 - Rio de Janeiro - RJ
Tel.: 155 (Estado do Rio de Janeiro) e 0800 2857557 (outros estados)
E-mail: transplantes@saude.rj.gov.br

ODEBRECHT ENTREGA SERRA: R$ 23 MILHÕES EM CONTA SECRETA NA SUÍÇA












Chega ao fim a carreira política do chanceler brasileiro José Serra; em seu acordo de delação premiada, a Odebrecht revelou como pagou R$ 23 milhões ao candidato tucano à presidência da República, em 2010, numa conta secreta na Suíça; executivos da empreiteira prometeram entregar os recibos dos depósitos de um valor que, corrigido pela inflação, hoje seria de R$ 34,5 milhões; Serra foi um dos principais articuladores do impeachment da presidente Dilma Rousseff e, no gabinete de Michel Temer, pretendia se credenciar para chegar à presidência da República, mas foi o primeiro cacique abatido na nova fase da Lava Jato; sua continuidade no cargo é insustentável.



Não se sabe se será nas próximas horas, dias ou semanas, mas José Serra, atual ministro das Relações Exteriores, fatalmente perderá o cargo.
Ele é o primeiro grande nome da política brasileira cujo nome aparece na delação premiada da Odebrecht, cujo acordo foi fechado nesta semana.

quarta-feira, 2 de novembro de 2016

Jovem ao visitar namorada no Hospital Helio Montezzano é perseguido e corre para dentro do hospital

 O fato ocorreu  na hora da visita  homens com pau e pedras  invadiram o hospital atrás de um rapaz que estava visitando a namorada de 16 anos internada no CTI em estado grave. Levando  pânico as pessoas que se encontravam no local.













Correção da matéria:


Como não foi enviado a ocorrência policial até o presente momento,estive agora a pouco com o Diretor do Hospital Dr. Marcelo para melhores esclarecimentos,e conversamos a respeito do ocorrido e ele afirma que não teve tiroteio.

  As denuncias feitas pelas pessoas via internet  não querem seu nome divulgado, pois pretendíamos postar todas as mensagens enviadas via Facebook. Referente às informações passada por essas pessoas. E pedem  pelo amor de Deus não falar seus nomes por medo de represálias.




O fato real é que rapaz foi visitar a namorada Beatriz que se encontrava em estado grave, vindo a falecer.Alguns homens entraram no hospital  a sua  procura,ele com medo correu para se esconder,não no CTI e sim na sala de atendimento,o que gerou o pânico no local.

 Eles estavam armados com paus, pedras. A PM foi acionada e levou  o rapaz preso.



Como a Senhora não quer que sua denuncia seja exposta para todos lerem,estaremos excluído . Pois o perfil do jornal sempre foi de credibilidade e verdade, como pode ser visto por outras matérias aqui publicadas. Sempre preservamos o sigilo, mas em situações onde gera a duvida em relação à ordem dos fatos, abrirmos precedentes e postamos as denuncias feita. O fato ocorreu sim, mas sem o tiroteio.

 Infelizmente diante da morte de Beatriz isso é o que menos importa, mas sim a atitude da família em doar seus órgãos. A direção do hospital aguarda uma equipe do RJ para levar a doação. Gestos como esses devem sim ser a noticia e ser exemplo para outros casos que venham a ocorrer.



Lamentos pela morte de Beatriz e nosso profundo pesar a todos familiares e amigos.













Aguardamos maiores esclarecimento da PM e Policia Civil sobre o que foi feito nesta ocorrência. E qual as providencia tomadas, não recebemos nenhuma nota ou ocorrência policial como sempre recebemos via e-mail de prisões que ocorrem na cidade.










A ocorrência foi feita na 136 DP de Padua.





terça-feira, 1 de novembro de 2016

Parentes e amigos fazem a tradicional limpeza e decoração dos túmulos de seus entes queridos para o Dia de Finados

 




Sob um sol escaldante, familiares arrumaram hoje os túmulos de seus parentes e amigos, com os vasos de flores, pintura, limpeza. Para fugir do tumulto do dia de Finados, amanha dia 2, adiantando assim a visita aos Cemitérios Municipal de Santo Antonio de Pádua. Com flores artificiais para decorar a sepultura. As visitas ocorrem sempre nas datas especiais de Finados e no aniversário de falecimento. Até crianças ajudaram na arrumação de seus entes queridos.
O Dia de Finados é o dia da celebração da vida eterna das pessoas que já faleceram.

É celebrar essa vida eterna que não vai terminar nunca. Pois, a vida cristã é viver em comunhão íntima com Deus, agora e para sempre.

Desde o século 1º, os cristãos rezam pelos falecidos; costumavam visitar os túmulos dos mártires nas catacumbas para rezar pelos que morreram sem martírio.

No século 4º, já encontramos a Memória dos Mortos na celebração da missa. Desde o século 5º, a Igreja dedica um dia por ano para rezar por todos os mortos, pelos quais ninguém rezava e dos quais ninguém se lembrava. Desde o século XI, os Papas Silvestre II (1009), João XVIII (1009) e Leão IX (1015) obrigam a comunidade a dedicar um dia por ano aos mortos.

Desde o século XIII, esse dia anual por todos os mortos é comemorado no dia 2 de novembro, porque no dia 1º de novembro é a festa de "Todos os Santos". O Dia de Todos os Santos celebra todos os que morreram em estado de graça e não foram canonizados. O Dia de Todos os Mortos celebra todos os que morreram e não são lembrados na oração.



















terça-feira, 25 de outubro de 2016

Comunidade Bethânia em Italva - “Acolher a cada um que vem até nós como ao próprio Cristo”.














Comunidade Bethânia nasceu a partir da inspiração que o Espírito Santo despertou no Coração do Pe. Léo, como resposta concreta a grande necessidade de combater o problema das drogas, o aumento de soropositivos, o grande número de adolescentes grávidas solteiras abandonadas, o crescente número de menores nas periferias das cidades. 









Sacerdote da Congregação dos Padres do Sagrado Coração de Jesus, dentre tantos trabalhos que exerceu, teve a oportunidade de atuar como diretor e no Colégio São Luiz de Brusque (SC), onde também prestava atendimento espiritual à famílias e jovens da região. Dentre os acompanhados que o Pe. Léo ouvia e orientava, notou-se que o problema das drogas era a urgência a ser combatida. A partir dessa experiência pessoal, Pe. Léo sentiu a necessidade de proporcionar a essas pessoas um lugar e um ambiente que revelasse um jeito novo de viver, saudável e pleno. Notou-se também a necessidade de uma ação concreta de promoção social e um sério trabalho visando a transformação da sociedade e a urgência de um ambiente apropriado para uma retomada de vida através da pregação de retiros espirituais e cursos que ajudem na redescoberta de um novo sentido para a vida.

Assim, inspirada na Bethânia bíblica, olhando para os irmãos, Marta, Maria e Lázaro, esta Comunidade nasceu como casa de acolhida dos diversos marginalizados da sociedade que procuram um novo jeito de viver. Assim, Comunidade Bethânia, não é um centro de recuperação e nem uma clínica onde se internam pessoas para tratamento.

Bethânia é um recanto onde somos chamados a acolher quem vem até nós como o próprio Cristo e com ele ser família. Não temos pacientes, mas sim filhos e filhas.

Pe. Léo sempre deixou claro que a comunidade não cura ninguém. Este é um trabalho que deverá ser feito por cada um, deve partir da vontade de cada ser humano. As pessoas que vivem na comunidade com a vocação e missão de acolher são colaboradores no processo de restauração, procurando ajudar filhos e filhas a redescobrir um novo jeito de viver. 
Na Comunidade todos têm o compromisso de oferecer sua amizade, orações e uma oportunidade para cada um trilhar seu caminho, segundo o seu próprio esforço e persistência. Não existem curas mágicas para a dependência química, ou qualquer outra dependência. Em Bethânia, cada um deve ser o primeiro responsável em se ajudar.

Em resposta ao apelo do Espírito Santo ao coração do Pe. Léo, muitas pessoas abraçaram esse mesmo ideal. Em São João Batista (SC), Pe. Léo foi presenteado com um terreno, onde a Comunidade Bethânia concretamente iniciou seus trabalhos de acolhimento.

  A missão da comunidade é acolher Jesus que vem ao encontro na pessoa que cada um que nos chega.  Bethania é comunidade de vida, uma comunidade de acolhimento. A espiritualidade perpassa o âmbito do amor e da misericórdia de Deus.

Sendo assim, em cada um dos recantos, todas as quintas-feiras, há o Dia do Pré-acolhimento. Trata-se de um dia no qual recebem  para um primeiro contato, aqueles (as) que desejem ser acolhidos em na comunidade. Este primeiro encontro é fundamental para que seja feita a apresentação da comunidade, do carisma, valores e modo de vida aos  filhos e filhas que nos procuram. Da mesma forma, é imprescindível que a família, ou algum responsável se faça presente no ato do encontro.

Feito este contato inicial, com as pessoas a serem   acolhidos(as) eles retornam para sua casa e ficam no aguardo do surgimento de uma vaga no recanto em que será acolhido, e no qual fez a entrevista de acolhimento.

Uma das condições para o acolhimento  a pessoa que busca ajuda  queira livremente ser acolhido em Bethânia.
 É necessário o sincero desejo de ser acolhido e assumir nossos valores e modo de vida. A  comunidade é  de caráter religioso e vivem da fé católica, na comunhão com toda a Igreja realizando a missão.

Tem recantos espalhados pelo país, e é necessário que aquele(a) que deseja ser acolhido entre em contato com o recanto mais próximo de sua casa, de seu local de habitação.
 Na região Noroeste do Estado Rio de Janeiro, a acolhida é feita na Comunidade Bethânia em São João Batista .

   A comunidade foi iniciada em dia 09 de outubro de 2011, por ocasião do aniversário de cinqüenta anos de nascimento do Padre Léo, foi dado início Pelas mãos do Padre André Luna, sendo celebrada no dia 26 de outubro a Missa de Envio em São João Batista, e na noite do dia 27 de outubro de 2011 beijava o chão do recanto de Italva o Consagrado José Gentil, seu filho Luan Patric (adolescente), e o filho de Bethânia Antonio Voss. A esse grupo, se juntaria um mês depois, no dia 27 de novembro de 2011 o Consagrado Edimar Antonio e o filho de Bethânia José Aparecido.

 Assim iniciou esse trabalho de ajudar e servir ao próximo através da religiosidade.

Para você que precisa de ajuda,busque a comunidade,busque a verdadeira mudança em sua vida.Só depende do seu sim!

Ajude  a Comunidade Bethânia a acolher cada um dos excluídos, daqueles “que dão trabalho”, aqueles que “não tem mais jeito” e devolver-lhes a dignidade de filhos e filhas amadas do Pai.
Ao se tornar um amigo e benfeitor de Bethânia, você começa a contribuir para que possamos acolher todos aqueles que vêm ao nosso encontro e também passa a receber de forma bimestral a Revista: Viver Bethânia, com conteúdo de formação cristã, testemunhos de consagrados e familiares, e o  jeito de ser e viver Bethânia.

Entre em contato  através do e-mail soubethania@bethania.com.br ou pelo telefone (48) 3265-4416.


                                     Carisma da Comunidade:
                “Acolher a cada um que vem até nós como ao próprio Cristo”.








Endereço:

Rua Projetada, s/n - Itaperuna/RJ - CEP 283000971 (acesso Bairro Cimento Paraíso - Italva/RJ) Caixa Postal 121255

(22) 998.660.140 (22) 981.244.021

itaperuna@bethania.com.br
                                      






















sexta-feira, 21 de outubro de 2016

Real historia de reintegração de posse de Dona Ilda da Silva Faustino (Falecida)

       A historia de Dona Ilda começou há 30 anos atrás quando confiou em promessas politicas.............







                    





A Justiça de Santo Antonio de Pádua ,através do MP Federal de Itaperuna  interior do RJ, determinou que a família de Dona Ilda da Silva Faustino 80 anos (Falecida em 01 maio de 2016) cumpri-se a sentença reintegração de posse,o que ocorreu com a força policial. A justiça garante o prazo de  15 dias para recorrer a sentença.







 A historia de Dona Ilda começou há 30 anos quando se mudou para o local com seu marido, na época as coisas eram feitas através da palavra, foi o que ocorreu, promessas e mais promessas de que poderiam residir no local.

E a família se acomodou no terreno e com o passar dos anos a família cresceu, vieram filhos, netos, iniciando assim um elo familiar no terreno diversas vezes prometido pelos políticos que seria deles. 
Infelizmente nem todos tem um coração maldoso que alerte para o que possa vir a ocorrer no futuro, antigamente a palavra bastava. E o que não é escrito o vento leva e a justiça toma.

Na época o prefeito era Renato de Alvim Padilha com a troca de prefeitos as promessas mudam. O local foi doado  pelo governo do estado a prefeitura, que prometera repassar aos falecidos esse direito, o que não ocorreu.

E com passar dos anos tudo mudou e uma ação civil publica pelo MP Federal, preocupado com o meio ambiente exigiu cautela em obras realizadas próxima ao rio, o que não ocorreu no decorrer de 30 anos, quanto permitiram a permanência dessa família.


Foram exigidas diversas cautelas referentes às construções de prédios no terreno, como o impedimento da construção do corpo de bombeiro.

 Mas algo mudou, pois foi permitido e exigido a construção de uma guarda municipal ambiental com 10 funcionários no local, onde a família foi retirada por essa determinação. A família sai e a guarda municipal entra.

Bom, a família alega que não tiveram direito de defesa os advogados que deveriam fazer sua parte se silenciaram, ontem estiveram no fórum e no processo não tem uma defesa sequer dos familiares expulsos. 

E afirmam  que D. Hilda na época colocou seu dedo no acordo estava muito doente, no dia da audiência como não podia se locomover ficou no carro com seu filho  e sua filha subiu para avisar do estado de saúde de sua mãe  a intenção foi justificar o seu estado de saúde, tentar assim  uma nova data. Mas para sua surpresa um oficial desceu e dedou no processo a assinatura já que ela não poderia assinar. 
Ninguém explicou o que aquele acordo traria no futuro, a reintegração de posse com sua morte.

A prefeitura já tomou posse do terreno e ainda cobra dos herdeiros o aluguel de mil reais. A família não tem para onde ir e ainda vão ter que pagar ou vão ser presos.

Que isso sirva de lição para você que coloca a sua vida e de sua família na mão de políticos e promessas mentirosas.  E processo devem ser acompanhados de perto ,verificar prazos ,fazer a defesa necessária,se você não tiver um advogado procurem a defensoria publica  de sua cidade. não se omitam com a justiça, a defesa é a sua arma, seu silencio  é a sua condenação.

Os filhos vão tentar recuperar o local, mas infelizmente o acordo foi feito e justiça foi cobrada, torcemos para que essa historia tenha um final mais humano do que jurídico,que levem em consideração os anos investindo no local por D. Ilda e seu marido.




Abaixo tem detalhes do processo, antes de fazerem comentários maldosos, caluniosos, leiam com atenção o passo a passo desse processo.




Jornalista: Márcia Nogueira Mendes
Registro: 0033854-RJ